5E, quando orares, não sejas como os hypocritas; pois se comprazem em orar em pé nas synagogas, e ás esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. 6Mas tu, quando orares, entra no teu aposento, e, fechando a tua porta, ora a teu Pae que está em occulto; e teu Pae, que vê secretamente, te recompensará. 7E, orando, não useis palavras vãs, como os gentios, que pensam que por muito fallarem serão ouvidos. 8Não vos assimilheis pois a elles; porque vosso Pae sabe o que vos é necessario, antes de vós lh’o pedirdes. 9Portanto, vós orareis assim: Pae nosso, que estás nos céus, sanctificado seja o teu nome; 10Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; 11O pão nosso de cada dia nos dá hoje; 12E perdoa-nos as nossas dividas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; 13E não nos induzas á tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a gloria, para sempre. Amen.
Lucas 18:1
Almeida Revista e Corrigida (1911)
E disse-lhes tambem uma parabola ácerca de que importa orar sempre, e nunca desfallecer,
Versículos relacionados
6De nada estejaes solicitos: antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e supplicas com acção de graças. 7E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Christo Jesus.
16Regozijae-vos sempre. 17Orae sem cessar. 18Em tudo dae graças; porque esta é a vontade de Deus em Christo Jesus para comvosco.
12Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. 13E buscar-me-heis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração.
7Pedi, e dar-se-vos-ha; buscae, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-ha. 8Porque, aquelle que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, se abre.
Confessae as vossas culpas uns aos outros, e orae uns pelos outros para que sareis: a oração efficaz do justo pode muito.
Escrituras de Almeida Revista e Corrigida (1911). João Ferreira de Almeida, Edição Revista e Corrigida (Lisboa, 1911). Domínio público, via Project Gutenberg (eBook #62383).
